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045: julho embrulho

21 de julho, 2025
segunda-feira
primeiro dia oficial das férias

Tenho sentindo o que é ser mulher na sociedade e essas coisas que sempre soam muito clichês. Essas coisas que sempre parece ultrapassadas e vencidas. Então tem todas essas pessoas, como eu, que parecem mais novas do que realmente são, com peles de protetor solar e roupas de adolescente e assuntos rasos ou difíceis demais ou que não me interessam em nada. E amigos que são como irmãos mais velhos com seus bigodes e sapatos de formatura, e amigos de amigos que parecem que são seus amigos mas são apenas cumprimentos e algumas risadinhas. E eu vejo como ela não se sustenta numa conversa com conhecidos, e eu também não, e eu tenho medo de estar ali e ter aquele silêncio constrangedor e ter que olhar o celular e não ter nada lá também. E não tenho coragem de aceitar um convite sozinha e dizer o que realmente penso quando elas ficam como moscas nas lixeiras. 

26 julho, 2025
domingo

Acabei de terminar minha contribuição para a zine do Cine Vestígio, cineclube que apoiou o lançamento da LoveZine na sessão do dia dos namorados. O filme da vez era Kamikaze Hearts. Eu não gostei. Para a zine tínhamos que fazer algo haver com a mostra À flor da pele, passaram ótimos filmes. Eu Escolhi fazer sobre um que não vi na mostra, pois estava viajando no dia, mas já tinha visto em casa: Pepi, Luci, Bom e outras garotas de montão, estreia do Almodóvar e único filme que já assiste dele ate agora. Gosto bastante desse porque ele é divertido e maluco e bonito. Finalmente fechei todas as minhas pesquisas e referencias. Como inspiração pro desenho pensei em revistas antigas e nas ilustrações do filme Diário de uma adolescente, e com isso adaptei um trecho do comercial das Calcinhas Puton ou Bragas Pontes, como descobri que é no original. Não entendi porque foi traduzido como Puton.

Eu estou muito curiosa com o que as outras pessoas vão enviar, acredito que a maioria serão analises ou resenhas. Também quero muito ver impresso e pronto, espero que tenha um evento de lançamento porque estou com saudades desse tipo de coisa. Estou em Osório desde terça e até que não tem sido tão ruim, estou descansando bastante, revendo muitos filmes e jogando paciência. 

Aqui o resultado final:

032: febre

Dia 8 doente. Cefaleia parece nome de flor. Quinta-feira passada acordei com febre e dor de garganta e desde então tenho tido febre, que é a pior parte, porque tudo é dolorido e cansativo e todas as vontades vão embora. Fui no médico duas vezes, não é nada grave só não intendendo porque demora tantoooo pra passar. Na segunda vez tomei duas injeções, e não lembro qual a última vez que tomei uma injeção. Em alguns momentos me sinto um pouco melhor, como agora, e ai faço alguma coisa qualquer pra parar de assistir coisas. 

Tem algo em ficar doente que é meio confortável. Sentir frio quando esta quente e poder aproveitar o aconchego e se tiver sorte alguém para cuidar de ti. Mas já estou cheia de não poder sair de casa, de não ir as aulas da faculdade, de não ver ninguém que não more na minha casa e (antecipadamente) de perder o que seria o meu primeiro carnaval.

Fiz todos esses desenhos agora antes de começar a escrever, no Paint. Desde que vim pra casa não tinha desenhado nada. Ontem fui arrumar o notebook com umas peças novas que chegaram e de uma forma muito burra escolhi formatar ele e agora estou sem nenhum dos meus programas Adobe Pirata, e achar bons programas desses está cada vez mais difícil!

Alguns filmes que assisti desde que fiquei doente:

Al morir la matinée (2020), slasher uruguaio que se passa nos anos 1980. Mortes muito divertidas e assassino misteriosissimo! Nada da história dele é revelada! Foi meu último filme antes de voltar pra casa, assisti na sessão de estréia da amostra A Vingança dos Filmes B, que tava rolando na Capitólio, foi logo depois de tomar rémedio quando um pouco de saúde veio trazer esperanças. 
Vida de balconista (2009), comédia nacional filmada quase inteiramente com uma lente olho de peixe e inspirada em fatos reais vividos pelo diretor. A história toda se passa na locadora Cavídeo e mostra o balconista lidando com vários tipos de clientes.  Trabalhar com público é terrível mesmo, fico imaginando se ele realmente atendia as pessoas com toda essa franqueza, porque muitas vezes da vontade. Nenhuma saudades de trabalhar!! Comédia 100% anos 2000, pais, facebook, nada muito funny ha ha ha. Tem no Youtube
Paixão de Aluguel (2005), comédia romântica daquelas que uma pessoa manipula para que outras se conheçam, namorem... clichê, Hillary Duff... Acabei dormindo a primeira vez que assisti e quando fui terminar fui perdendo a atenção lá pro final. Não é bom, não tem sal e essa adaptação do título, Perfect Man, nem faz sentido porque nada é alugado ou pago!! A única coisa que gostei e que é uma característica de muitas produções dos anos 2000 é que ela tem um blog que é mostrado as vezes.





Pinóquio (2022), a versão do Guillermo del Toro feita toda em stop-motion. Muito bonita e emocionante!! Até chorei um pouco em uma partezinha e isso nunca acontece. Fala sobre pais, filhos, vida, morte, aceitação... mil coisas! Também tem um mini doc que fala um pouco sobre o processo de criação do filme que é bem interessante, me convenceu que aquilo tudo era realmente stop-motion










Morte morte morte (2022), talvez um slasher ou falso slasher. Um grupo de amigos se reune numa casa distante e decidem jogar um jogo que me lembrou muito um Among Us vida real e que depois vira super vida real. Jovens ricos, drogas, relacionamentos, celulares, discussões e mortes. Também é um terrir. 
A mão assasina (1999). Talvez eu esteja super equivocada mas acho que nunca assisti uma unidade de filme de 1999 que não fosse ao menos bonzinho. Esse filme foi pra tentar compensar o que perdi na mostra dos filmes B. Halloween, um adolescente que ama assistir televisão e matar tempo com os amigos tem sua mão direita (ele é canhoto) possuída. Mesmo presa em seu corpo a mão é incontrolável e desesperada por caos e sangue! 

Cabeça vazia, oficina do diabo. 


Don't tell mom the babysitter's dead (1991). Esse filme é muitas coisas ao mesmo tempo mas nem sempre o tom de sátira é evidente (ou será que eu estava doente demais para perceber?). Esse título tinha tudo para ser um trash de terror ou uma comédia meio mórbida, os meus tipos de filme! Uma mãe solteira vai viajar por 2 meses com o namorado e deixa seus 5 filhos com uma babá, que morre e é enterrada com o dinheiro que deveria ser usado durante esse tempo. Para não perderem a liberdade e preocuparem a mãe a filha mais velha começa a trabalhar. Nesse meio as crianças vão a loucura, ninguém tem responsabilidade, muitas mentiras, roubos, dramas e as vezes uma crítica ao funcionamento da dinâmica: uma pessoa sai para trabalhar e a outra cuida da casa. Umas coisas são legais outra se alogam demais. 

copy! copy! copy!

scan do meu rosto :B

Digitalizei várias coisas e fiz uns testes de scan e xerox. Copiei minha mão riscada. copiei minha gata (não apareceu nada), copiei uns papeis de vários jeitos diferentes e terminei com a tinta da impressora de casa. Escaneei minha outra gata, e meu rosto e uns desenhos que fiz e guardei no bolso até voltar pra casa pra ninguém jogar fora. É muito divertido fazer isso: fazer uma coisa real ter uma cópia, mexer na imagem enquanto ela esta sendo digitalizada e ficar testando mil coisas e papéis e objetos e imprimindo...

OBS: agora que terminei de organizar pensei como se isso tudo fosse um tipo de exposição digital. Então aqui está algumas indicações para um melhor aproveitamento e imersão: ouça a música enquanto olha, se preferir ouça o álbum a partir dessa canção e se passar o mouse poderá ver alguns comentários curtos a respeito de cada figura. Obrigada pela atenção! 


scan de gata

teste de tipografias

tenho quase certeza que isso é de uma música e minha mão riscada

xerox do meu rosto :B

scan de desenhos toscosxerox com movimento, atenção na minha mão do lado esquerdo

xerox em movimento


xerox das mãos trás

queria saber escrever assim sem usar formas de apoio
Antes do interrompimento das aulas meu professor de artes tinha falado sobre Paulo Bruscky, um artista multimídia e poeta pernambucano. Me inspirei muito nessa aula e nesse artista, mesmo que só tivesse vagas lembranças sobre arte postal (que é incrível!), mas meu professor falou que ele fazia muita coisa com copiadoras e até a própria empresa Xerox concedeu a ele uma das melhores máquinas da época para ele criar projetos e experimentos. Infelizmente ele foi longe demais quando tentou capturar o fogo. 

ficar trancada em casa é terrível

eu que fiz >.<
8:40 - Acordei, comi uma caneca com granola e iogurte (essa palavra me confundi) de café da manhã. Reassisti alguns episódios de Gilmore Girls, lembrei porque é uma das  minhas séries favoritas.

10:30 - Coloquei o cobertor para lavar, troquei de roupa e fui ao mercado comprar cogumelos para o almoço. No mercado perto de casa não tinha nada que eu queria, e o chão estava todo marcado com uma fita amarela e preta. Fui no outro que é um pouco mais longe mas ainda é perto, fui de bicicleta porque queria muito usar meu cadeado novo pela primeira vez (comprei alguns dias antes da quarentena). Tinha um número limite de pessoas para entrar no mercado, recebi uma ficha. Também não tinha os cogumelos que eu queria e tive que levar os em conserva, comprei tomates. 

11:50 - Arrumei as coisas na cozinha e preparei 3 crepiocas, duas  pra mim e a outra pra minha mãe. Ela tinha pedido para fazer no dia anterior e tinha até dado dinheiro para o cogumelo especial, não sei quando terei essa chance de novo. 

12:10 - Almoçamos!

13:30 - Terminei o curso de Desenho e Criatividade do Puño. Fiz um carimbo com materiais alternativos que encontrei em casa e os resultados fora terríveis. Tentei melhorar as coisas desenhando por cima. Li alguns blogs, folheei redes sociais, desenhei, ouvi a rádio de Gatas Extraordinárias. 

15:20 - Assisti o documentário Cinema de Guerrilha no Tamanduá TV e rabisquei uns esboços do que seria o quadrinho sobre esse dia. 

16:50 - Fui ao mercado de novo porque minha mãe pediu para comprar mariolas, que é um doce de banana. Comecei a fazer a versão digital do quadrinho. 

18:00 - Joguei Gartic com a Bia, Ester, Mari, Beatriz e o Wood. Foi muito bom conhecer as vozes de quem eu normalmente só leio, todos tem vozes muuuuuito bonitas e com características únicas. Além disso fazem ótimos desenhos :)

 19:10 - Precisei sair porque minha mãe queria que eu fosse ate a casa da minha avó arrumar algo na TV para ela. Quando estava pronta ela disse que não precisava mais. Fiz uma bolinha de papeis rasgados para o meu gato e ele gostou muito. Continuei o desenho, queria terminar logo para estar pronto para hoje (que agora é ontem). 

00:20 - Depois de ficar intercalando desenhar com brincar de jogar a bolinha de papel para o gato e fica andando sem rumo, finalmente terminei! Estendi lençóis limpos na cama, tomei banho e assisti mais Gilmore Girls até cair no sono. 

Aqui tem a primeira edição do meu dia de hora em hora que fiz em um dia de aula de 2018. É interessante documentar o que estou fazendo nesse período terrível que estamos passando com quando tinha uma quase total liberdade. 


odeio café

a benina, o bog e a banana
30/01/2019Eu gosto muito de arte e desenhar e expressão e tudo isso. No meu aniversário de quinze anos eu ganhei minha segunda mesa digitalizadora, que era o que eu mais queria. A primeira eu ganhei quando tinha uns 8 anos, não entendia muito bem como funcionava e tudo que eu tentava fazer me frustrava. Acabei perdendo a caneta e nunca mais pude usar. 

Não uso sempre a mesa, pois ainda me frustro bastante com ela, mas tem esses dias que fico super animada. Já tive momentos que conseguia desenhar direto, mas ultimamente só fico feliz se primeiro fizer o desenho no papel e ai finalizar no computador. No ano passado, eu criei um Tumblr para expor todos os desenhos digitais que terminei e algumas animações bobas. 

Esse ano estou bem inspirada e pretendo começar a me organizar mais com a arte e todos os projetos que pretendo fazer. Até estou pensando em começar a vender adesivos. Ano passado decidi fazer adesivos completamente feitos a mão, e dar de presente para meus amigos. Acho que fiz mais de 100 durante o ano todo, e de vez em quando algum deles vem pedir mais alguns. Isso me deixa muito feliz, por vejo esperança na arte e todo mundo diz que é algo difícil.

da pra ver mais desenhos meus aquii: 
⭐ no Tumblr de desenhos
⭐ no vídeo do meu sketchbook antigo
 no desafio do cassete 
 quando eu participei de uma feirinha de arte
 quadrinhos que já fiz
 zineeees
 no instagram

o desafio do cassete

Dia dois de fevereiro descobri no grupo Girls Artist Gang, que a ilustradora Thaís Palma criou o Desafio do K7. Sempre quero participar desses desafios artísticos, mas eles tem dias certos, temas, materiais, e coisas que sempre me fazem esquece-los. Esse também é assim, mas acredito que ele será mais fácil que os outros que já tentei fazer. 

A principio o desafio é voltado para o mês de fevereiro, mas talvez seja mais desafiador faze-lo todos em um dia só, ou quando estiver afim. O tema principal é os anos 1980 e 1990, e o objetivo de cada desenho é designado numa lista com todos os dias do mês. Depois de desenhar, se quiser compartilhar ou ter ideias e motivos para participar é só usar a marcação #desafiodok7.

Por enquanto tenho feito desenhos todos os dias. Estou gostando de toda a temática, e as pesquisas de referencia me inspiram bastante. Me sinto mais disposta para criar algo com esse desafio e até criei coragem para usar meu sketchbook (é vergonhoso falar isso).

PS: possivelmente quando acabar o desafio vou atualizar com todos os desenhos aqui ☺

minhas histórias em quadrinhos

Não consigo ficar uma aula inteira sem rabiscar uma folha de ofício, uma lista de exercícios, um lembrete colorido, ou o caderno de filosofia (que na verdade é de desenhos, porque nunca tem que escrever nada). Gosto de desenhar as coisas que quero explicar, de me distrair quando não entendo nada, de riscar as mãos com caneta esferográfica, de anotar o que acho engraçado, e inventar histórias sem sentido sobre o que acontece.   
Sempre gostei da ideia de histórias em quadrinhos. O problema é que nunca tenho a história quando da vontade de desenhar. Penso no que vai acontecer enquanto desenho, por isso muitas vezes fica sem sentido nenhum. 

Essa foi a primeira história que pensei mais antes de desenhar, e também a unica em que praticamente terminei. Fiz no inicio de 2015, nas férias. Eu me sentia bastante sozinha, e havia visto The Craft a uns meses antes. Ainda quero desenvolver mais a história. Sempre que possivel penso o que aconteceria antes desse episodio. As personagens da primeira imagem são como eu faria elas hoje em dia. 
Em alguma aula chata do ano passado. Não pensei no que aconteceria, decidia na hora que começava o próximo quadro. Ela não morre no final, apenas cai. Um tempo depois que fiz esse quadrinho, eu e minhas amigas decidimos adaptar para um curta-metragem. Ficou bem ruim, mas foi divertido fazer ate. 
No inicio desse ano, tinha um trabalho o qual tínhamos que fazer um texto. Mas texto era tudo, e não apenas palavras. A maioria de meus colegas fizeram charges criticando algo, ou bonitos textos com histórias dramáticas. Eu passei as três semanas pensando em como seria minha história em quadrinhos. De inicio queria que se passasse numa floresta, e que fosse meio assustadora. Quando já havia feito dois quadros, tudo fez sentido para mim.
A ultima que fiz, foi essa semana ainda que terminei e é para a oficina de desenho que participo na escola. Vamos fazer a oficina com crianças durante a feira do livro da cidade, e acho que será bem divertido. O objetivo dela é fazer algum tipo de desenho, sobre histórias que outros alunos escreveram. A minha é do texto Quem é você? de uma menina chamada Maria. 

sketchbook vol. 1

ilustração de Limão.jpeg
27 de setembro, 20:51pm
Ontem depois do almoço, enquanto escutava o ensaio do coral da escola, terminei meu primeiro sketchbook. Em uma ordem cronológica de aquisição ele é o segundo, porém ainda não terminei o primeiro porque ele é mais bonitinho e me deixa meio insegura para desenhar (como isso é bobo doaskdopa). Ganhei esse caderno na festa junina da escola, na pescaria, e ele é completamente artesanal e tem várias imperfeições. Comecei a usa-lo em julho, e terminei agora no final de setembro. Também tem desenhos e frases dos meus amigos. Inclusive uma frase de uma amiga que estava apaixonada, o qual refiz como quadrinhos. Todos os desenhos foram feitos durante a aula.

minha primeira feira (?) indie de arte


1° de julho de 2017 e 2 de julho. Estou muito contente com isso! No inicio de junho, fui convidada a expor meus desenhos no evento Nossa Cultura, foi o primeiro evento independente e voltado a arte na cidade onde moro. Funcionou como eu acredito que sejam aquelas feiras gráficas, porém muito menor. Infelizmente não teve muito envolvimento das pessoas da cidade, mas foi muito divertido. Além de gente expondo e vendendo desenhos, fotografias, colagens, poemas e textos havia apresentações de música solo e bandas.  


Eu e meu namorado (eu acho muito estranho falar isso para as pessoas, e escrever é ainda mais disjasiooak), arrumamos nossos desenhos juntos na mesa e notamos que todas as meninas e os cenários eram meus, e os meninos dele. 

Era muito divertido quando as pessoas comentavam ou se identificavam com algum desenho, e o fato de todo mundo ficar em dúvida se a fanart do Billy de Billy & Mandy (feita pelo meu namorado) era realmente o Billy sadokasopk. Não tirei fotos das mesas das outras pessoas pois eu ficava muito envergonhada de ir até lá com uma câmera, mas agora me arrependo de não ter recordações sobre isso.  


Acho que a melhor parte, foi também a pior. No final do segundo dia vários artistas, pediram para trocar artes com a gente. Ao mesmo tempo que eu queria muito que eles tivessem algum desenho meu com eles, também queria continuar com eles (os desenhos), e acabei ficando somente com fotos, foi feliz-triste. 

O Juan, organizador trocou um desenho A3 de giz, ele explicou que era uma representação da face humana o mais simplificado possivel, pelo meu desenho de lápis de cor de um escritório. Eu comprei o desenho de uma menina, que talvez se chame Júlia, da Suzy de Moonrise Kingdom, ela disse que era o filme favorito dela e também é um dos meus. Ela perguntou se eu venderia o desenho da menina com a mascara japonesa, e a principio nenhum deles estavam a venda. Deixei ela ficar com ele, pois ela parecia ter gostado tanto quanto eu gostei da Suzy dela. Por último, a Dayara trocou uma fotografia dela pelo meu desenho de mão de sereia, que eu fiz a um tempão atrás, provavelmente em 2014. 

Espero muito participar de mais eventos assim, foi muito incrível conhecer artistas, fazer novos amigos e aprender mais coisas