Quando eu desejo muito, os sonhos frescos, bem ventilados e brilhantes e acredito piamente, acontece e aparece só com o poder do desejo, o sexto sentido do querer-precisar. Quando nas horas vazias fantasio em palco de topo o espetáculo começando com o cenário completo.
- Aos 7 anos rezei na porta da escola, quando terminei minha mãe apareceu finalmente para me buscar atrasada.
- O jogo de adivinhar quanto media o barbante no hotel, eu sentia que ia acertar e aconteceu, com um suco grátis no bar da piscina.
- Meu primeiro amor, que imaginava aos beijos na saída do prédio da aula de desenho. Ficamos juntos por 68 meses.
- Durante a pandemia, prometi a mim mesma que seria última vez que faria uma prova. E foi. Passei no vestibular exatamente como queria.
- Minha cadeira de escritório, o destino. Um presente que veio do outro lado parque.
- Semana passada: a banana que o anjo Gabriel me trouxe sem que eu desse um pio sobre pensar muito nela antes horas da exposição.
- O livro Os Anões que surgiram rápido. O tempo entre o nascer e o por do sol. Comecei a ler voltando para Porto Alegre, no ônibus tremelicando a tela toda e terminei com ele nas mãos durante a janta na casa de Val e Fran, quando Fran disse para olharmos uma caixa de livros e pegarmos o que quiséssemos de lá. Era um presente da tia que ele tinha detestado.
- Ontem mesmo, quando decidi não levar a bicicleta e ir andando até o trabalho com Joana e falei a ela: hoje Carol volta de férias e com certeza vai ir de carro e me oferecer carona para voltar. Aconteceu.
Cheguei em casa ontem ainda e contei tudo isso a Ana, minha prima, e ela disse que é paraíso astral. Ela esta errada, porque falta 13 dias para o meu aniversário e isso é inferno astral. Meu melhores dias, vendo assim, só virão em setembro. Estou feliz. O futuro parece incrível daqui.

eu sempre fico maravilhada com esses acontecimentos que se alinham de um jeito tão "quais são as chances?!?!"
ResponderExcluirsempre me deixam embasbacada e risonha *-*
adorei ler essas suas memorias mágicas!